“Somente fragmentos de nós um dia alcançarão fragmentos de outros – é esta a verdade do outro e de qualquer um. Nós podemos apenas compartilhar fragmentos acessíveis ao conhecimento. Como na natureza. No mais, é apenas solidão”
Fragments, por Marilyn Monroe
Poema escrito pela atriz norte-americana Marilyn Monroe que intitula seu mais recente lançamento pela editora francesa Seuil, Fragments. É um livro dedicado exclusivamente aos poemas, textos e cartas escritos pela própria atriz, quando o que não faltam são biografias. Monroe destacou-se como um dos maiores ícones do cinema nos anos 50, protagonizou um escândalo extraconjugal com John Kennedy e ficou conhecida no mundo inteiro por andar em cima de um elefante rosa no Madison Square Garden. Toda essa alegria parece efêmera e até inverossímil quando se tem contato com os escritos da atriz, que revelam insegurança, baixa auto-estima e uma grande vontade de dar um fim à própria vida.
Norma Jean Baker nasceu em junho de 1926, no estado americano da Califórnia. A menina teve uma infância não tão invejável assim. Cresceu com a dúvida de sua paternidade e sua mãe, que sofria de problemas psicológicos, vivia em clínicas psiquiátricas, forçando a pobre garota a alternar-se em casas de famílias e orfanatos. Após sofridos anos, Marilyn decidiu seguir a carreira de atriz, e se destacou por sua beleza física. Depois de lançar inúmeros filmes, de grande sucesso por sinal, decidiu se mudar para Nova York, em 1955, para dedicar-se seriamente à carreira de atriz. Foi então que, depois de furar a fila de muitos outros candidatos à escola de atores Actor’s Studio do diretor Lee Strasberg a contra-gosto de alguns, conseguiu aprofundar-se na profissão. Marilyn e Strasberg se tornaram grandes amigos.
Todas as cartas e poemas escritos pela atriz foram confiados a Lee Strasberg e à sua esposa Anna, que decidiu publicar as anotações valiosíssimas de Monroe e escolheu a editora francesa Seuil para lançar o livro no mercado. A estrela apontava o fim da vida como uma constante em seus pensamentos e gostaria muito de jogar-se de uma ponte, afim de colocar um ponto final em suas desventuras. Seu casamento com o dramaturgo Arthur Miller parecia ser o fim dessas insinuações de suícidio. Contudo, Miller abandonou Marilyn e se apaixonou por outra mulher, deixando escrito em seu diário o desapontamento com “ o mais adorado símbolo sexual do mundo”. Isso tudo deixou a atriz ainda mais decepcionada, foi quando escreveu o poema Peace I Need You – Even a Peaceful Monster (Paz, eu preciso de você – mesmo que seja um monstro pacífico). Não há nenhuma citação sobre John Kennedy em seus escritos. A atriz faleceu em 1962, aos 36 anos, de uma overdose (duvidosa) de medicamentos.
O obra será lançada na semana que vem na livraria Saraiva.

Afundando o estereótipo de sensual e ignorante, os poemas de Marilyn revelam a sensibilidade e o talento da estrela para a poesia.
por Guilherme Moreira.

“Us POP ARTI dos Estado unidos das Amérika”!!!! kkkkkkkkkkkkk
Amigo “Masckre”,vc sabe que eu adoro Andy Warhol,vc e sua comunicação!
São todos Maaaravilhoosos!
bjoooo
Voce nem sabe : no dia que fui comprara o livro do queridão tinha uma fotobigrafia do Andy Warhol … fiquei louco pra comprar !!!!! Pra vc ver o quanto gosto do queridão !